Não te apetece ter ou não ter?
Não te apetece decidir mesmo que errado?
Não te apetece bordar o som
com o meu nome e o teu?
Ou, apagar com nevoeiro a água
onde pintei dois corações unidos?
Não te apetece morrer ou viver por mim?
domingo, outubro 15, 2006
sexta-feira, outubro 13, 2006
quinta-feira, outubro 12, 2006
Bons sonhos : .
A palidez da lua
Acaricia-me a face esta noite
A solidão da terra apazigua-me o coração
Não sou o único a estar só
Acaricia-me a face esta noite
A solidão da terra apazigua-me o coração
Não sou o único a estar só
Espelho : .
Não te apetece?
Não te apetece bater em latas
A despertar toda a gente
para a magia que está a acontecer entre nós?
Ou, tapar todos os buracos
por onde surja o meu nome
que já não suportas ouvir?
Não te apetece bater em latas
A despertar toda a gente
para a magia que está a acontecer entre nós?
Ou, tapar todos os buracos
por onde surja o meu nome
que já não suportas ouvir?
sábado, outubro 07, 2006
Palavras ao vento : .
Vejo-te da minha janela
e penso se pudesse voar
tocar-te, embalar-te
como o vento que sentes na face
soltar-te palavras vazias de pressa
mas cheias de sentido
pregando-as ao ouvido
num ritmo destemido.
Digo ao vento que passa
leva estas palavras...
De graça que ela espera
e lavra o caminho
quero colher sorrisos na primavera.
É uma missão de guerreiro, eu sei
mas a guerra da vida a isto me habituou
por isso exijo a um Deus maior
imortalidade no que digo
e na escuridão da noite
uma luz no meu caminho à lua
podes ver assim que estou onde esperas
todas as noites que perdes
e ganhas todas as guerras.
Digo ao vento que passa
levas estas palavras bandidas
são roubadas do meu coração
mas medidas em doses
de tudo o que precisas
para viver assim
mais dias de felicidade.
Jogaram um dia a tua vida
numa roleta de esperança
mas cresceram demónios no teu quintal
numa tempestade chamada destino
e agora é tristeza que tu colhes
mas sei que lutas e mereces ganhar
todos os dias.
Acredito que vencerás
és por quem eu torço na frente
da bancada nessa tua vida magica de quem
sofre e vence.
Digo ao vento que passa
leva estas palavras...
De graça que ela espera
e lavra o caminho
quero colher sorrisos na primavera.
e penso se pudesse voar
tocar-te, embalar-te
como o vento que sentes na face
soltar-te palavras vazias de pressa
mas cheias de sentido
pregando-as ao ouvido
num ritmo destemido.
Digo ao vento que passa
leva estas palavras...
De graça que ela espera
e lavra o caminho
quero colher sorrisos na primavera.
É uma missão de guerreiro, eu sei
mas a guerra da vida a isto me habituou
por isso exijo a um Deus maior
imortalidade no que digo
e na escuridão da noite
uma luz no meu caminho à lua
podes ver assim que estou onde esperas
todas as noites que perdes
e ganhas todas as guerras.
Digo ao vento que passa
levas estas palavras bandidas
são roubadas do meu coração
mas medidas em doses
de tudo o que precisas
para viver assim
mais dias de felicidade.
Jogaram um dia a tua vida
numa roleta de esperança
mas cresceram demónios no teu quintal
numa tempestade chamada destino
e agora é tristeza que tu colhes
mas sei que lutas e mereces ganhar
todos os dias.
Acredito que vencerás
és por quem eu torço na frente
da bancada nessa tua vida magica de quem
sofre e vence.
Digo ao vento que passa
leva estas palavras...
De graça que ela espera
e lavra o caminho
quero colher sorrisos na primavera.
Manowar
Esta é uma das minhas bandas Heavy Metal preferidas...
Grandes baladas, grandes sons pesados, mas isto nunca esperava ouvir deles,
Surpreenderam-me como sempre.
Nessun Dorma, quem diria!
É lei : .
Hoje não quero voltar para casa
Não sei de onde vim
Eu nunca amei um objecto
Nunca fui dono de nada
Nunca persegui uma cruz abandonada
Sou um castelo de cartas
O meu as está no fundo
Se alguém mo roubar
nada acontece no mundo.
Não sei de onde vim
Eu nunca amei um objecto
Nunca fui dono de nada
Nunca persegui uma cruz abandonada
Sou um castelo de cartas
O meu as está no fundo
Se alguém mo roubar
nada acontece no mundo.
domingo, outubro 01, 2006
Matas-me com o teu olhar

Noites frias de marfim
Noites frias ao luar
A conversa já no fim
Matas-me com o teu olhar.
Matas-me com o teu olhar
Matas-me com o teu olhar.
Sabes que esta vida corre
Como a sombra pelo chão
Nada fica, tudo foge
Ouve a voz do coração.
Matas-me com o teu olhar
Matas-me com o teu olhar.
São como cubos de gelo
Que eu sinto ao tocar
As palavras têm medo
Matas-me com o teu olhar.
UHF
Implica-te : .
Viver implica abraçar o ar
tirar os pé do chão e mergulhar na multidão.
Implica ser maior todos os dias
tombar na cama com a sensação que aprendemos algo neste dia que passou.
Implica desatar um nó da garganta
sujar os colarinhos e vazar toda a energia a escrever um poema.
tirar os pé do chão e mergulhar na multidão.
Implica ser maior todos os dias
tombar na cama com a sensação que aprendemos algo neste dia que passou.
Implica desatar um nó da garganta
sujar os colarinhos e vazar toda a energia a escrever um poema.
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