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quarta-feira, setembro 24, 2008
sexta-feira, setembro 19, 2008
The Verve : Bittersweet Symphony
Sinfonia Agri-doce
Pois, esta é uma sinfonia agri-doce,
Assim como é a vida
Tenta viver de acordo com teus recursos
és um escravo do dinheiro,
depois morres
Vou-te levar pela única estrada em que já estive
Tu conheces aquela que te leva aos lugares
Onde todas as tendências se encontram, sim
Não mudes, eu posso mudar
Eu posso mudar,
Eu posso mudar
Mas eu estou aqui no meu modo
Eu estou aqui no meu molde
Sou um em um milhão de pessoas diferentes
De um dia para outro
Eu não posso mudar o meu molde
Não, não, não, não, não
Bem, eu nunca rezo
Mas esta noite estou ajoelhado, sim
Eu preciso ouvir alguns sons que identifiquem a dor em mim, sim
Eu deixo a melodia brilhar,
deixo-a limpar a minha mente,
sinto-me livre agora
Mas as linhas aéreas estão claras
e não há ninguém a cantar para mim agora
Não mudes, eu posso mudar
Eu posso mudar, eu posso mudar
Mas eu estou aqui no meu molde
Eu estou aqui no meu molde
E eu sou um em um milhão de pessoas diferentes
De um dia para outro
Eu não posso mudar o meu molde
Não, não, não, não, não,
Eu não posso mudar
Eu não posso mudar.
Pois esta é uma sinfonia agri-doce, esta vida
Tenta viver de acordo com os teus recursos
Tente juntar algum dinheiro e depois morres
Levo-te pela única estrada em que já estive
Tu conheces aquela que te leva aos lugares
Aonde todas as coisas se encontram, sim
Tu sabes que eu posso mudar, eu posso mudar
Eu posso mudar,
Eu posso mudar,
Mas eu estou aqui no meu molde
Eu estou aqui no meu molde
E eu sou um em um milhão de pessoas diferentes
De um dia para outro...
Eu não posso mudar o meu molde
Não, não, não, não, não...
Eu não posso mudar o meu molde
Não, não, não, não, não,
Eu não posso mudar
Não posso mudar o meu corpo,
Não, não, não
Levo-te pela única estrada em que já estive
Eu vou levar-te pela única estrada em que já estive
Já estive
...
Tu ja estivestes?
Tu vais estar?
(adoro musicas interrogativas... who's gonna ride your wild worses?)
sexta-feira, setembro 12, 2008
Uma musica retrato de tantas vidas e também da minha...
A música para o dia em que eu fui um bébe.
Os GNR nesta partem a louça toda.
Aconselhava a lerem as opiniões de Rui Reininho no JN aos sábados. Textos sobre a actualidade feitos com a mestria de um qualquer génio da semântica, que numa cozinha de palavras faz um fondue de frases que dão um sabor estaladico agre e doce, quente e frio, picante e com uma aparencia irresistivel para olhos comilões.
Mas o que interessa agora o o facto desta musica ser um belo quadro da minha vida.
Obrigado Rui por marcares a minha vida.
quarta-feira, setembro 03, 2008
Momento final - Santos e Pecadores (experiencia de trocar arvore por arma...estranho não é?)
O vento agora já nem vem aqui!
Deixei de ter com quem falar
Fiquei sozinho com o meu olhar...
Do longe se faz em mais perto...
Sentindo e o tempo for encerto...
Ouvindo sons que so eu sei pensar....
Sorrindo parto para outro lugar..
O meu momento final
eu sei que tenho um lugar
onde o santo e pecador podem vir descansar...
No meu momento final
eu sei que tenho um lugar onde o santo e
pecador podem vir descansar!!...
Estados alterados de consciência - meditação
Nada têm a ver com estar ausente e submisso, como nas fantasias dos filmes ou nos números de circo. Um estado alterado de consciência é o nosso estado quando estamos absortos num livro ou numa música e esquecemos tudo o resto em redor.
O que se pretende do estado alterado de consciência é apenas um nível de relaxamento e de concentração que nos permita viajar ao interior de nós mesmos sem dispersões, sem a confusão de demasiados pensamentos ao mesmo tempo.
POR SOFIA PASSOS
quarta-feira, agosto 20, 2008
terça-feira, agosto 12, 2008
No Incio Era o Verbo : .
:.
NO INICIO ERA O VERBO
E AS PALAVRAS AVANçAVAM COMO LOCOMOTIVAS DE ALTA TECNOLOGIA QUE CARREGAVAM VAGOES DE ESPERANçA
CAVAVAM A NEVE NA MONTANHA
ATRAVESSAVAM PONTES E VALES
CIDADES ESTRANHAS E ENTRANHAS NAS SERRAS.
NO INICIO ERA O VERBO GRITADO
TOCADO E DESABAFADO AO OUVIDO AQUEM OLHAVA
INTERPRETAVA E GUARDAVA OU SIMPLESMENTE DESFOLHAVA
SOLTANDO AO VENTO O PENSAMENTO.
NO INICIO ERA O VERBO
DELE NASCEU A NECESSIDADE DE CORRER CONTRA O SOL
ESCONDER NA MADRUGADA A PALAVRA FEITICEIRA
INVENTAR A MUSICA DE CABECEIRA
RISCAR NO TEXTO JOVIAL A MARCA PLASTICA DO CORAçÃO
MAL, TRISTE E OVAL.
NO INCIO GRITAR
DIZER O QUE PRECISAVA DE OUVIR,
E OUVIR COMO DEVIA SENTIR,
E SENTIR COMO DEVIA VIVER
E O VERBO…
O VERBO ADORMECIA NO SOFA DE PIRATA,
NUMA JANGADA DE DONA DE CASA
NUMA PANELA DE TECLAS EM AGUA FRIA, NÃO COZINHADAS.
MAS …
TAL COMO PEIXES SOLTOS NA MARé
SÃO VERBOS DE Fé
SÃO VERDES…
…E A MARé NÃO ENCHIA
O CASTELO NO ARQUIPELAGO
ERA UM REINO ADORMECIDO
SEM VENTO, SEM ASES, SEM COLINAS, SEM PASSEIOS NOCTURNOS, SEM ESCADAS, SEM FEIJÃO MAGICO, SEM ARROZ DOCE, SEM...
…NO INICIO ERA O VERBO
E O VERBO EM BARCO SE TORNOU…
O PASSADO ALUCINA O PRESENTE PROVOCARÁ
O FUTURO NAVEGAR :.
Da Weasel - (No Principio Era) O Verbo
